quinta-feira, 8 de agosto de 2013

NESTE PAÍS, NEM AS VIRGENS SÃO INGENUAS PARTE II

Afirmamos que a Polícia Militar de São Paulo é uma das melhores do mundo e recebemos contestação de quem não entende nada de polícia. A PM paulista, verdadeiro exército estadual, com mais de cem mil integrantes, é uma instituição querida pelo povo paulista.

Há equívocos, como é da natureza humana. Mas o trabalho que a PM paulista realiza em todo o estado de São Paulo, com policiais altamente treinados e educados para lidar com o cidadão, é um exemplo para o mundo.

Sem planos concretos e soluções viáveis para a segurança pública brasileira, cujos problemas se agravam a cada governo que assume o poder, seja ele de esquerda, de direita ou de centro, dirigentes dessa área sensível da administração pública apelam para a desmilitarização da Polícia Militar.
Desta vez foi o delegado federal José Mariano Benincá Beltrame, secretário de segurança do Rio de Janeiro. Seria uma grande tolice do governo desmilitarizar as PM do Brasil, seja qual for o pretexto. A Gendarmerie, os Carabineiros, a Scotland Yard, a Polícia Montada canadense são exemplos de forças policiais militarizadas.

É desnecessário destacar o perfil altamente profissional e democrático dessas instituições seculares. Conduzidas sob severa disciplina militar, as polícias militares de todo o Brasil conseguem manter a ordem democrática e institucional, sem se amotinar, sem dar golpe, sem sublevações.

São cerca de um milhão de homens e mulheres armados, que a despeito das dificuldades de orçamento, asseguram as liberdades e o estado de direito no Brasil. Quem pretende desmilitarizar a PM deveria refletir sobre a seguinte questão: todo esse pessoal armado, sob a liderança de um sindicato nacional, sem as balizas da disciplina militar, poderia levar o País a graves crises políticas e até dar golpe de estado.

Lideranças de cabos e soldados de todo o Brasil pretendem promover manifestações  a princípio pacíficas reivindicando a aprovação do Projeto de Emenda Constitucional conhecido por PEC 300, que equipara os salários de todos os policiais militares do Brasil com os PMs de Brasília.

É mais uma das inúmeras tribulações que o governo Dilma Rousseff deverá enfrentar ainda este semestre. Na véspera da eleição dela para a presidência, o PT, suas lideranças e a própria Dilma se comprometeram a aprovar o projeto.

Depois que o período eleitoral se encerrou, o governo federal não tocou mais no assunto. O salário aviltado da PM requer imediato reajuste a fim de recuperar o poder aquisitivo depauperado pela inflação que o governo não controla.

Créditos IVANILDO ALVES

domingo, 4 de agosto de 2013

NESTE PAIS, NEM AS VIRGENS SÃO INGÊNUAS.

Muito se tem falado sobre a possibilidade de as recentes manifestações terem sido “compradas” ou estimuladas por pessoas ligadas ao governo.
Foi detectado em Brasília, por exemplo, que assessores de diversos ministérios do Governo Dilma participaram das manifestações. Não se sabe se contra ou a favor aos interesses do governo.
No Rio, circulou um vídeo no qual aparece um possível integrante da PM infiltrado como manifestante. Esses são os conhecidos homens de inteligência ou simplesmente P-2.
Aqui não vou entrar no mérito desses fatos porque não possuo dados que assegurem a veracidade dos mesmos, além do que, para a análise que pretendo fazer, não convém enveredar por esse caminho. Seguirei outro azimute.
Parto do princípio de que é conveniente a quem é questionado publicamente, que o instrumento de contestação seja desacreditado, quer pelos seus fins, pessoas ou métodos utilizados. Como, no caso das recentes manifestações no Brasil, as pessoas são legítimas, e os fins, a primeira vista, são justíssimos, restou àqueles que “estão na berlinda” questionar o MODUS OPERANDI dos manifestantes, para desqualificar as suas práticas reivindicatórias.
Se esta premissa faz algum sentido, há de se supor que a violência que ocorre durante as manifestações é extremamente benéfica aos questionados, ou seja, aos detentores do poder administrativo e político no Brasil.
Ora, nesse diapasão, permito-me inferir duas outras possibilidades: ou o governo promove os atos de violência e vandalismo, que lhe convém; ou não os reprime para deles extrair inúmeros dividendos.
Mas qual a origem desta inferência? De o próprio aparato policial que o Estado possui. Sabe-se que não são poucos os recursos humanos e tecnológicos que os órgãos de segurança dispõem para controlar e reprimir as mais diversas práticas ilegais perpetradas pelos cidadãos brasileiros, desde que, é claro, lhes convenha.
O Governo possui, a seu dispor, desde tropas especializadas em controle de distúrbios civis, até os instrumentos tecnológicos mais avançados no campo da inteligência policial. Existem, por exemplo, câmeras de vigilância espalhadas pela cidade, filmadoras pessoais de diversos tipos, equipamentos para escuta telefônica, programas para combate a crimes cibernéticos, e outras “geringonças” para monitorar os passos do mais humilde pároco da República.    
Por outro lado, como as manifestações não são virtuais, mas presenciais, qualquer sujeito despreparado, com uma câmera amadora nas mãos, é capaz de registrar com certa eficiência os fatos e até identificar aqueles que praticam atos incivis no decorrer dos acontecimentos. Se isto faz algum sentido, então por que as “otoridades” não se empenham em combater aqueles que ultrapassam os limites da legalidade durante esses atos populares em solo tupiniquim?
É lógico que quando alguém não faz aquilo que é possível e que, ao mesmo tempo, é o seu dever de ofício, assim procede por um único e definitivo motivo: a sua omissão lhe é extremamente conveniente.
Portanto, concluo que assim como as manifestações em discussão não surgiram naturalmente, mas são obras de mentes maquiavélicas e insatisfeitas; a não repressão dos atos de violência que ocorrem durante esses eventos, pelos órgãos governamentais, são parte de uma estratégia bem calculada para desqualificar as reivindicações justas e legítimas dos cidadãos.

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS É O CAMINHO CORRETO

O Conselho Penitenciário do Estado do Pará remeteu para várias autoridades do Estado um relatório ilustrado com fotos de recente inspeção realizada nas dependências do sistema penal, onde mulheres se encontram custodiadas. No relatório, o conselho afirma que "as celas das grávidas estão em péssimas condições; algumas detentas grávidas estão dormindo no chão; grávidas declararam que, devido às péssimas condições das celas e à falta de atendimento médico, várias delas estão com infecções e coceira de pele".

"Oitenta e oito detentas do (regime) semiaberto dividem também uma única cela, superlotada, onde as internas ficam amontoadas em um espaço sem ventilação, propício à propagação de insetos, fungos e doenças; a área do semiaberto conhecida como ‘castigo’ é extremamente insalubre, úmida, sem ventilação, sem iluminação, caracterizada por forte cheiro do esgoto".

"A equipe inspecionante identificou ali especial risco à saúde das internas, com ambiente bastante favorável ao contato com insetos, ratos e todos os tipos de vetores, e à propagação de doenças como a lepra, tuberculose, pneumonia e todo tipo de doenças infectocontagiosas".

Pela descrição feita pelos ilustres conselheiros, o sistema penal que guarnece mulheres criminosas se encontra mais para campo de concentração nazista do que para estabelecimento penal.
O criminalista Antônio Rosa Ramos Neto, em correspondência ao colunista, entende que parte dos problemas dos estabelecimentos penais é devido à má gestão dos diretores. Diante do quadro acima descrito, o colunista resolveu fazer algumas observações.

Se há grávidas dormindo no chão e com infecções e coceira de pele, passamos a dar razão ao advogado Antônio Neto. O gestor do estabelecimento deveria solucionar o problema com colchões ou mesmo redes para as detentas que dormem no piso e encaminhar as enfermas para tratamento médico. São direitos assegurados pela Lei de Execução Penal ao interno de qualquer estabelecimento penal.

Quando o conselho denuncia que 88 custodiadas com direito a regime semiaberto "dividem uma única cela", o correto, de acordo com o Código Penal e a Lei de Execução Penal é esse pessoal nem sequer ficar preso em cela, porquanto o regime de semiliberdade permite o cumprimento da pena em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar ou em estabelecimento especial.

Contatos com insetos estamos sujeitos todos nós. Até quem habita a Casa Branca tem contato com insetos, espécie animal que se desenvolve em qualquer ambiente. O rato também. São inúmeros os brasileiros que morrem de peçonha e leptospirose sem nunca ter passado um dia preso.

Que o sistema penal nacional é a imagem do caos, todo mundo sabe. Porém, os presos custodiados em qualquer estabelecimento penal do mundo, homem ou mulher, não querem ficar lá, nem que a prisão fosse em um SPA, num hotel cinco estrelas ou em bucólica fazenda na margem de um lago sereno. E farão de tudo, inclusive motins, rebeliões e quebra-quebra como meio de protesto.

CRÉDITO IVANILDO  ALVES

SALVATERRA E O INUSITADO

A esposa "muito esperta" convidou o amante para mais uma noitada, devido o marido encontra-se ausente do lar e possivelmente iria passar a noite fora como era de costume devido as muitas biritas que tomava e só acertava o caminho de casa na manhã seguinte. Pois bem! bela noitada passou a esposa "esperta" do lado de seu amante, antes porém havia a "esperta" bolado um plano mirabolante e inusitado sem combinar com o amante resolveu dá fim no marido, manda-lo para bem longe, com chifre cachaça e tudo mais, a "esperta" esposa ou esposa "esperta" resolveu colocar chumbinho no jantar PICADINHO COM ARROZ do esposo.

Acontece que após o namoro com o amante e esta dormi o amante esfomeado após o ÚÚÚÚÚúúúú ... foi na geladeira e comeu a boia destinada ao "sócio" e o fim você já sabe o amante morreuuuuuuuuuuuu.

SALVATERRA NO MARAJÓ

Diferente em parte de seu vizinho SOURE, a orla da praia grande esta uma belezura não deixando a dever para muitas orlas BRASIL afora. As praias muito bem cuidadas uma administração presente, de ruas sinalizadas e cuidadas.

Só deixa a desejar no item segurança, mas levando em consideração que a insegurança e o uso de entorpecentes não é própria do arquipélago do MARAJÓ, Salvaterra esta de parabéns! recomendo para os turistas e visitantes, possuidora de belíssimas praias e Igarapés a exemplo da praia grande, joane, águas boas e jubim.
    



SOURE ABANDONADA

Já a uma década que todos os anos passo minhas férias no Marajó, mas precisamente nas cidade de SOURE E SALVATERRA, e para minha tristeza e de muitas pessoas encontramos a cidade de SOURE abandonada pela prefeitura, a exemplo podemos citar o prolongamento da 4ª rua com destino a belíssima praia do pesqueiro toda esburacada, espantando os turistas que se arriscam uma única vez ou simplesmente desistem diante de tamanho descaso, não só a 4ª rua mas também  nas diversas ruas  do município tomadas pelo mato algumas intrafegáveis.

Na praia da barra velha encontram-se algumas barracas não padronizadas e em péssimo estado de conservação onde são ofertados refeições diversas a exemplo de camarão, caranguejo e peixe já passado (estragado) ou com gosto nada convidativo, poucas barracas são exceções a exemplo da barraca do 'CHICO" que oferta a travessia segura em barco na praia da BARRA VELHA.

A juventude em Soure na sua maioria parece que esta sem rumo, desorientada quanto a expectativa de futuro, na praça nas noite de apresentação de diversos tipos de shows o que se via eram jovens descendo o cais (porto) e nas escadarias e passarelas fazendo uso de entorpecentes como se fosse natural, normal ou legal, sem se importarem com os transeuntes ou até mesmo com membros da polícia militar que se fizeram presentes em todas as noites e tiveram muito trabalho com arruaças e brigas pontuais nos diversos ponto da praça onde ocorriam os eventos.

Ademais, o caboclo marajoara é hospitaleiro e amável na sua maneira própria de ser a começar pelo linguajar.            

VENDO CASA

VENDO CASA, URGENTE MOTIVO DIVÓRCIO
NO CONJUNTO GUAJARÁ I WE - 60  nº 1351  (Ananindeua), QUITADA,  LOCAL PRIVILEGIADO. DOIS ANDARES, EMBAIXO TRÊS QUARTOS, COZINHA AMPLA, GARAGEM PARA DOIS VEÍCULOS PEQUENOS, DOIS BANHEIROS,  ENCIMA AMPLA SALA, BANHEIRO, ÚNICO MOTIVO DIVÓRCIO.